
Segundo Pierre Lévy, em seu texto sobre Cibercultura, a velocidade de surgimento e de renovação dos saberes leva a uma nova relação com o saber. As competências adquiridas ontem,estarão obsoletas amanhã. Trabalhar significa aprender, transmitir saberes e produzir conhecimentos.
O ciberespaço suporta tecnologias intelectuais que favorecem novas formas de acesso à informação e a novos estilos de raciocínio e de conhecimento. Com essas tecnologias intelectuais o que é preciso aprender não pode mais ser planejado nem precisamente definido com antecedência. É um novo estilo de pedagogia, que favorece ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e a aprendizagem coletiva em rede. O professor passa a ser um animador da inteligência coletiva em vez de um fornecedor direto de conhecimentos.
O domínio do saber tornou-se cada vez mais ilusório. O TODO está definitivamente fora de alcance.
O ciberespaço será o mediador essencial da inteligência, o principal equipamento coletivo internacional da memória, pensamento e comunicação.
3 comentários:
Olá!!!
Dá uma olhadinha no meu blog.
Sandra, o ciberespaço como mediador da inteligência, do conhecimento já é uma realidade. Não há o que se pense que não esteja publicado na Internet (de positivo e negativo). Nosso desafio é como filtrar tanta informação... Bia
Sandra, concordo com teu comentário que revela o novo papel que deve ser assumido pelo professor, como animador de inteligências. Isto mostra que mesmo frente aos avanços tecnológicos, a figura do professor e essencial para a efetivação da aprendizagem.
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